sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Governo Lula tem aprovação recorde, aponta pesquisa (Karla Santos)
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu novo recorde de aprovação, segundo a 102ª pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira (5). A avaliação positiva chegou a 77,5%, a maior da série histórica desde julho de 2005. Em maio, o índice foi de 76,1%.
O presidente Lula obteve 80,5% de aprovação. O melhor resultado de Lula apareceu na pesquisa divulgada em janeiro de 2009, quando 84% dos entrevistados afirmaram que aprovavam o presidente.
De acordo com a pesquisa, Lula só recebe avaliação negativa de 14,4% dos pesquisados, enquanto 4,6% dos entrevistados avaliaram negativamente seu governo.
O presidente Lula obteve 80,5% de aprovação. O melhor resultado de Lula apareceu na pesquisa divulgada em janeiro de 2009, quando 84% dos entrevistados afirmaram que aprovavam o presidente.
De acordo com a pesquisa, Lula só recebe avaliação negativa de 14,4% dos pesquisados, enquanto 4,6% dos entrevistados avaliaram negativamente seu governo.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Lula sanciona plano de carreira dos servidores da Câmara dos Deputados (Danuza Peixoto)
Iolando Lourenço
Da Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje (16), com alguns vetos, o projeto de lei que trata do Plano de Carreira dos Servidores da Câmara dos Deputados. O projeto concede um reajuste médio de 9 % aos servidores efetivos da Câmara e aos ocupantes de cargos de natureza especial (CNE).
Inicialmente, o projeto previa um reajuste de 15%, mas, com os vetos, essa média caiu. A Câmara ainda não calculou qual será o impacto do reajuste no exercício financeiro deste ano. A nova lei vai beneficiar cerca de 1.200 ocupantes de CNE e 3.500 servidores efetivos.
Da Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje (16), com alguns vetos, o projeto de lei que trata do Plano de Carreira dos Servidores da Câmara dos Deputados. O projeto concede um reajuste médio de 9 % aos servidores efetivos da Câmara e aos ocupantes de cargos de natureza especial (CNE).
Inicialmente, o projeto previa um reajuste de 15%, mas, com os vetos, essa média caiu. A Câmara ainda não calculou qual será o impacto do reajuste no exercício financeiro deste ano. A nova lei vai beneficiar cerca de 1.200 ocupantes de CNE e 3.500 servidores efetivos.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Ministério da Fazenda não entra em acordo com GDF sobre recurso cortado (Pastora Simone Paim)
Helena Mader
O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, não conseguiu um acordo na reunião que teve nesta terça-feira (15/6) com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, para tentar reverter uma decisão da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). De acordo com ela, o Governo do Distrito Federal (GDF) teria que devolver recursos referentes ao imposto de renda de servidores.
Cerca de R$ 7,5 bilhões do fundo constitucional são repassados ao GDF pela União desde a criação do fundo, em 2002. Este dinheiro deveria ser usado para pagar servidores da Polícia Militar (PM), Polícia Civil e Bombeiros. No entanto, o recurso ficava retido pelo GDF, que o usava no próprio orçamento. Assim, na semana passada o Goveno recebeu um ofício do Ministério da Fazenda determinando que essa verba deve ser devolvida à União. Além disso, o parecer do ministério diz que o GDF teria uma dívida retroativa de R$ 2 bilhões.
O cumprimento da decisão representará gasto de cerca de R$ 30 milhões por mês ao GDF. "Estamos surpreendidos com este parecer, que representa um desastre ecônomico para Brasília", disse o governador Rogério Rosso. Ele afirma que vai lutar para que estes recursos fiquem no GDF.
O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, não conseguiu um acordo na reunião que teve nesta terça-feira (15/6) com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, para tentar reverter uma decisão da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). De acordo com ela, o Governo do Distrito Federal (GDF) teria que devolver recursos referentes ao imposto de renda de servidores.
Cerca de R$ 7,5 bilhões do fundo constitucional são repassados ao GDF pela União desde a criação do fundo, em 2002. Este dinheiro deveria ser usado para pagar servidores da Polícia Militar (PM), Polícia Civil e Bombeiros. No entanto, o recurso ficava retido pelo GDF, que o usava no próprio orçamento. Assim, na semana passada o Goveno recebeu um ofício do Ministério da Fazenda determinando que essa verba deve ser devolvida à União. Além disso, o parecer do ministério diz que o GDF teria uma dívida retroativa de R$ 2 bilhões.
O cumprimento da decisão representará gasto de cerca de R$ 30 milhões por mês ao GDF. "Estamos surpreendidos com este parecer, que representa um desastre ecônomico para Brasília", disse o governador Rogério Rosso. Ele afirma que vai lutar para que estes recursos fiquem no GDF.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
PDT presente! Na campanha de Dilma, Presidente! (Pastora Simone Paim)
Em convenção do PDT, Dilma diz que Lula é continuidade de Getúlio e Brizola
JORNAL LUZILÂNDIA
13/06/1
O PDT realizou na manhã deste sábado, 12, em São Paulo, sua Convenção Nacional. O evento formalizou o apoio da leganda à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.
Em seu discurso, Dilma lembrou sua militância dentro do PDT e também fez referência à história do trabalhismo, citando as trajetórias de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, fundador do PDT. ”Nós podemos dizer hoje que somos a continuidade desse processo”, afirmou. Os discursos de Dilma e de Mercadante foram breves. A comitiva do PT deixou logo o Espaço das Américas, onde aconteceu o evento. Dilma participa ainda hoje da convenção nacional do PMDB, em Brasília.
Além da convenção, foram celebrados os 30 anos de fundação do PDT. Dilma esteve presente ao evento ao lado do candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, de Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB), que disputarão as vagas paulistas no Senado. Também estiveram presentes lideranças do PDT, como o deputado federal Paulo Pereira, o ministro do Trabalho Carlos Lupi, que comandou a festa do PDT, e os senadores Cristovam Buarque (DF) e Osmar Dias (PR).
Fonte: JL/AE
Reportagem publicada no site www.jornalluzilandia.com.br
JORNAL LUZILÂNDIA
13/06/1
O PDT realizou na manhã deste sábado, 12, em São Paulo, sua Convenção Nacional. O evento formalizou o apoio da leganda à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.
Em seu discurso, Dilma lembrou sua militância dentro do PDT e também fez referência à história do trabalhismo, citando as trajetórias de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, fundador do PDT. ”Nós podemos dizer hoje que somos a continuidade desse processo”, afirmou. Os discursos de Dilma e de Mercadante foram breves. A comitiva do PT deixou logo o Espaço das Américas, onde aconteceu o evento. Dilma participa ainda hoje da convenção nacional do PMDB, em Brasília.
Além da convenção, foram celebrados os 30 anos de fundação do PDT. Dilma esteve presente ao evento ao lado do candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, de Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB), que disputarão as vagas paulistas no Senado. Também estiveram presentes lideranças do PDT, como o deputado federal Paulo Pereira, o ministro do Trabalho Carlos Lupi, que comandou a festa do PDT, e os senadores Cristovam Buarque (DF) e Osmar Dias (PR).
Fonte: JL/AE
Reportagem publicada no site www.jornalluzilandia.com.br
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Lula - Viagem ao Irã para mediar questão nuclear

16 de maio Observado pelo presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad (centro), Lula se encontra com o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei em Teerã, durante visita oficial ao país. Lula e Ahmadinejad enfatizaram neste domingo o reforço de suas relações bilaterais, segundo a nota oficial iraniana, que não mencionava, no entanto, a questão nuclear. Depois, porém, o chanceler turco disse que Brasil, Turquia e Irã chegaram a um acordo sobre troca de combustíveis nucleares.
Irã, Turquia e Brasil chegam a acordo, diz chanceler turco
do BOL
da Folha Online
O ministro de Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, disse neste domingo que foi alcançado um acordo entre Irã, Turquia e Brasil sobre a troca de combustíveis nucleares, decisão que pode por fim à disputa com o Ocidente sobre o programa nuclear do Irã. Quando questionado por jornalistas em Teerã se haveria um acordo sobre a troca de combustível, ele respondeu: "Sim, isso foi alcançado após quase 18 horas de negociações".
Segundo o chanceler turco, o anúncio oficial pode ser feito na segunda-feira pela manhã, após revisão pelos presidentes brasileiro e iraniano e o primeiro-ministro turco, que chegou à capital iraniana neste domingo.
Os presidentes brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, falaram neste domingo em entrevista coletiva sobre o interesse de incrementar as relações comerciais entre seus países. Porém, eles não tocaram na questão nuclear, ponto central do encontro, como já havia acontecido mais cedo, na nota oficial divulgada no site do governo iraniano.
Os EUA e alguns de seus aliados acusam o Irã de desenvolver um programa nuclear com fins militares, mas Teerã defende que a finalidade é pacífica e se recusa a negociar. Os EUA pressionam por uma quarta rodada de sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) contra o país do Oriente Médio.
Segundo o site da TV iraniana Alallam, os chanceleres de Irã, Turquia e Brasil mantiveram um encontro trilateral neste domingo para discutir, entre outros assuntos, a troca de urânio iraniano.
O porta-voz da chancelaria iraniana, Ramin Mehmanparast, tinha dito que Teerã chegou a um acordo sobre a quantidade de urânio a ser trocada e a modalidade da troca --simultaneamente ou em lotes--, informa a Alallam. "Há um acordo sobre o momento e o volume de combustível a ser trocado", disse ele. "Mas ainda falta decidir o local e, se houver garantias concretas, o Irã está disposto a negociar."
Proposta
A proposta de Brasil e Turquia era pressionar os líderes iranianos a rever uma proposta sob a qual o Irã enviaria urânio baixamente enriquecido a outro país e, em retorno, receberia urânio altamente enriquecido -- um plano que fracassou em outubro do ano passado.
Um acordo apresentado pela ONU em outubro oferecia ao Irã que enviasse 1.200 quilos de urânio de baixo enriquecimento --o suficiente para a fabricação de uma bomba se enriquecido no patamar necessário-- para a França e para a Rússia, onde seria convertido em combustível para um reator de pesquisas em Teerã.
O Irã afirmou na época que só trocaria o seu material por urânio em níveis maiores de enriquecimento e somente no seu próprio território, condições que as outras partes envolvidas no acordo consideraram inaceitáveis.
O acordo foi interrompido na época. O Brasil e a Turquia, ambos membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), ofereceram-se para mediar as negociações e tentar convencer o Irã a rever a oferta.
Os Estados Unidos e países aliados estão em negociação para impor uma quarta rodada de sanções da ONU ao Irã. Washington acusa Teerã de tentar ganhar tempo ao aceitar a proposta de mediação de Lula.
O Brasil já apresentou uma proposta segundo a qual o Irã trocaria urânio pouco enriquecido por combustível nuclear na Turquia, país que tem estreitos laços tanto com Ocidente como com o Oriente Médio. O Irã enviaria urânio ao exterior e o receberia de volta enriquecido a 20%, nível suficiente para fins pacíficos.
Segundo a imprensa iraniana, Ahmadinejad tinha dito que aceitava "em princípio" a proposta de Lula durante uma conversa telefônica com o líder venezuelano, Hugo Chávez.
Viagem surpresa
O primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan viajou a Teerã neste domingo para se reunir com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e com o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
"Estou indo ao Irã porque uma cláusula será acrescentada ao acordo que diz que a troca será feita na Turquia", disse o premiê. "Teremos a oportunidade de começar o processo em relação à troca", disse Erdogan. "Eu garanto que encontraremos a oportunidade para superar esses problemas, se Deus quiser."
Roda de apostas
Durante visita oficial à Rússia, em entrevista concedida no Kremlin, Lula disse que há 99% de chances conquistar um acordo com o Irã durante sua passagem pelo país. Ao seu lado, o presidente russo, Dmitri Medvedev, não foi tão otimista: afirmou que as chances são de 30%.
"Se não chegarmos a um acordo, volto para casa feliz, porque ao menos não fui negligente", disse o presidente.
Considerado um carismático negociador, Lula conta com o apoio da França, Turquia e da Rússia, ainda que comedido, mas os EUA já advertiram que o Irã não leva o encontro a "sério".
Para a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, Lula enfrenta uma "montanha a ser escalada" para tentar persuadir o Irã a limitar suas ambições nucleares.
"Eu disse a meus colegas em muitas capitais do mundo que eu acredito que não teremos nenhuma resposta séria dos iranianos até que o Conselho de Segurança aja", disse ela, referindo-se aos esforços liderados pelos EUA para a imposição de uma quarta rodada de sanções da ONU contra o Irã.
O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, P.J. Crowley, disse que se o Irã não mudar seu comportamento após a visita de Lula, o país deverá pagar o preço.
"Neste ponto acreditamos que deverá haver consequências por um fracasso em responder", disse Crowley.
terça-feira, 16 de março de 2010
Depois de viagem a Israel, Lula visita cidade sagrada na Palestina
Renata Giraldi
Da Agência Brasil
Em Brasília
No esforço para ser um dos mediadores da paz no Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca hoje (16) em Belém – cidade ocupada pelos palestinos. Lula se reúne com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e empresários. Como em Jerusalém, o presidente deverá defender a busca por um acordo na região e o direito de os palestinos terem seu território.
Na passagem por Israel, Lula reiterou a defesa de uma tentativa de acordo de paz. Ele admitiu que os esforços são intensos e que não envolvem um processo fácil. “Se fosse tarefa fácil, já teriam conquistado a paz. Por ser difícil, é importante que se ouça mais gente”, afirmou Lula. Segundo ele, o ideal é evitar o isolamento das nações e buscar meios para o fim do impasse.
Mas, de acordo com autoridades israelenses, a aproximação entre o governo Lula e o do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, deve ser observada com restrições. Ahmadinejad nega que houve o Holocausto e reitera críticas a Israel, inclusive sugerindo sua exclusão do mapa.
Amanhã (17) Lula visitará uma das áreas mais violentas da Cisjordânia – a cidade de Ramallah. No local, ele vai inaugurar uma rua chamada Brasil e fazer uma oferenda em homenagem a Yasser Arafat, um dos principais líderes palestinos. Durante mais de quatro décadas Arafat defendeu uma tentativa de acordo com os israelenses, cuja ação envolve críticas e elogios.
Assim como fez acompanhado do presidente de Israel, Shimon Peres, Lula concederá entrevista coletiva. Em seguida, o presidente brasileiro segue para a capital da Jordânia, Amã, onde encerra sua visita ao Oriente Médio.
* do UOL Notícias
Da Agência Brasil
Em Brasília
No esforço para ser um dos mediadores da paz no Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca hoje (16) em Belém – cidade ocupada pelos palestinos. Lula se reúne com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e empresários. Como em Jerusalém, o presidente deverá defender a busca por um acordo na região e o direito de os palestinos terem seu território.
Na passagem por Israel, Lula reiterou a defesa de uma tentativa de acordo de paz. Ele admitiu que os esforços são intensos e que não envolvem um processo fácil. “Se fosse tarefa fácil, já teriam conquistado a paz. Por ser difícil, é importante que se ouça mais gente”, afirmou Lula. Segundo ele, o ideal é evitar o isolamento das nações e buscar meios para o fim do impasse.
Mas, de acordo com autoridades israelenses, a aproximação entre o governo Lula e o do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, deve ser observada com restrições. Ahmadinejad nega que houve o Holocausto e reitera críticas a Israel, inclusive sugerindo sua exclusão do mapa.
Amanhã (17) Lula visitará uma das áreas mais violentas da Cisjordânia – a cidade de Ramallah. No local, ele vai inaugurar uma rua chamada Brasil e fazer uma oferenda em homenagem a Yasser Arafat, um dos principais líderes palestinos. Durante mais de quatro décadas Arafat defendeu uma tentativa de acordo com os israelenses, cuja ação envolve críticas e elogios.
Assim como fez acompanhado do presidente de Israel, Shimon Peres, Lula concederá entrevista coletiva. Em seguida, o presidente brasileiro segue para a capital da Jordânia, Amã, onde encerra sua visita ao Oriente Médio.
* do UOL Notícias
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